quinta-feira, maio 31


caralho, foi mal, gente. Exagerei!

quarta-feira, maio 30

Ser louco é louco


Ser louco não é normal
Ser louco é louco
agora, ser normal é que é loucura
porque ser louco é algo muito normal
ser louco é ser louco demais para ser normal
ser louco é ser normal demais para ser louco
eu não sou louca
eu sou normal
mas não sou normal
sou louca
porque ser louco é normal
e ser normal é muito normal
não. E ser louco é muito louco
e ser louco também é muito normal
e ser normal é loucura
se você é normal você leu esse texto
se você é louco...também leu este texto.
Porque ser normal é ser louco e ser louco
é ser normal

segunda-feira, maio 28

Não se case


Hoje em dia você só se casa se você ama muito ou é muito babaca. Se você ama muito é porque é muito babaca. Bom, deixo a minha pessoalidade pra lá e digo a você: não se case. Hoje em dia é fácil estudar, se formar, ou não e, ganhar dinheiro. É claro que eu digo isso porque meus pais me sustentam ainda, não nasci na rua, tenho comida, acesso a boas escolas e educação. Não tenho que trabalhar ainda. Mas o interessante é que casamentos ao meu ver são um desastre. Eu não quero casar e pronto. Brigas, tapas, chateações, invasão de privacidade, perguntas, interrogatórios, um soco no estômago. Saco total. Não case. Nesse mundo moderno, Joseph Ratzinger deve se contentar com os sapatos Prada. Chega de sermões. A igreja devia ser liberal. O mundo manda. O rumo natural do instinto manda. Esse texto é meu, pra ser entendido por mim.

sexta-feira, maio 25

Postagem anônima

Se você é cuzão
se não tem argumentos
se é feio
se é idiota

se é babacão
se é covarde
se é bundão

se é bobo

se tem vergonha da sua cara

se não tem vergonha mas tem medinho de ser esculachado
você deve postar em anônimo


boo

contra argumento - Se você é inteligente, leia. Se não é, também leia.

"para acabar com a pecuária a gente teria que acabar com todos os bovinos no mundo"

O problema do ser humano é interpretar tudo da maneira que os convém. Se ele gosta de alguma coisa, ele não renuncia nem mesmo sabendo que aquilo é prejudicial aos outros. Isso se chama egoísmo, típico da raça.
A ciência já cansou de esfregar na cara das pessoas as várias causas do aquecimento global, por exemplo. Mas nem por isso alguns governos adotam posturas mais corretas. O negocio é o dinheiro. Eu vejo nossa sociedade atual com o mesmo pensamento anterior em relação aos negros.
Antes eles não tinham alma, (ainda não sei se têm, nem eles, nem brancos, nem vermelhos, nem ser humano algum) não tinham direitos, eram tratados como a maioria dos animais são tratados hoje em dia. O problema é que antes isso era normal. Até alguém fazer algo para mudar. E pode ter certeza que, para acabar com a escravidão, eles não acabaram com todos os negros. Se a questão cair em um ponto filosófico, é dizer que para mudar, seria necessário que os pecuaristas mudassem de "profissão" (entre aspas porque pecuária para mim não é profissão). Mas claro que, isso é muito difícil, porque o cérebro dessa gente, como a maioria dos economistas e políticos, é movido a dinheiro. E seria mais difícil ainda do que quando acabaram com a escravidão, porque os animais geram muito mais dinheiro do que o trafico negreiro gerava.

o problema dos carnívoros é ter um estoque de argumentos muito pequeno. Quando acaba, eles apelam pra religião ou do argumento mais simplório: "eu gosto de carne e pronto". Mais não enxeragm que, nesse argumento, cabe outras frases do tipo: "eu gosto e pronto, mesmo sabendo que essa merda de pecuária ferra o meio ambiente". "Eu gosto e pronto, mas sabendo que os animais sofrem muito para virar um condensado de proteína e gordura no meu prato". "Eu gosto muito e pronto e prefiro não pensar na ética". Enfim.

Outra. Um problema também é que quando vão argumentar, sempre colocam a maldita soja no meio.
- Nem todo vegetariano come soja
- A pecuária é mais nociva ao meio ambiente. Isso já encerra a questão.
Mia uma; grande parte da produção de grãos, incluindo a soja, é destinada a ração dos ruminates. Acabando com a pecuária, a gente alimentaria MUITA GENTE.
A pecuária é uma congregação de coisas ruins. Não há contra argumento quanto a isso. E o dinheiro? Tráfico de drogas também gera muito "emprego". A questão é ética. Não só pelos animais de abate, mas também pelos seres humanos. A gente ferra o meio ambiente e depois reclama de muita coisa que nós mesmos geramos. Além, de egoístas, contraditórios.
O ser humano vem metralhando o meio ambiente há algum tempo. Desde a primeira revolução industrial a gente já lança em quantidade mais significativa muitos poluentes. O que eu mais escuto dos meus amigos carnívoros é "Ah, mas se já tá assim, o que eu posso fazer, né?". Isso não só desperta angústia em mim, como pena por um indivíduo pensar desse jeito. Primeiro que, o mundo só está assim, porque há muito tempo atrás, outros indivíduos pensavam como ele e não fizeram nada para mudar (não necessariamente pensavam no aquecimento global ou problemas ambientais. O que eu critico é ver um problema na frente e lançar a frase típica de gente inerte). Segundo porque, agora, além de existirem muitos sujeitos que pensam assim, a maioria dos governantes também pensa assim. Quando o clima estiver insuportável, a maior parte dos recursos naturais esgotados, aí sim vão começar a fazer algo. Essa agitação no mundo sobre o aquecimento global, para mim, é lorota. As pessoas alertam, mas ninguém tá afim de fazer nada para mudar. As pessoas pensam que o cotidiano delas é muito diferente de uma fábrica que elimina suas toxinas no ar. Não é. E está aí o problema: Mudar o cotidiano. Se as todas as pessoas começassem a mudar, seria bom. Mas o ser humano, como sempre, espera que o outro faça algo. E sempre empurra a culpa para o outro.

Dayane

É de um tópico do Orkut - quem quiser ver:

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=31732485&tid=2532751888876137717&na=2&nst=27

quinta-feira, maio 24



Ei ei ei ei, parei nu inferno
U cão foi quem buto pá nói bebe

Não tá inútil. Nada é em vão e desnecessário
Se existe é porque tem alguma função
nem que seja a de atrapalhar


É. Pois é


Clarão

Clarão é menino homem
trinta e dois anos de pura fidelidade
ao seu quase homem
Clarão tem tanta idade
que devia ser já um homem
e repete com sensibilidade
que queria ser homem
mas usa cinto de castidade
mas que homem
sem liberdade
é esse
que usa cinto de castidade, Clarão?
Tu é viado, Clarão
"Tá tudo errado"
Tá não, Clarão
meu texto tá lindão
tu que é viado, Clarão
Tome partido, homem
tome partido, cara
que mané cinto de castidade
cinto de castidade é pra moça, Clarão
E tu diz que quer ser homem, Clarão
Se tu
desistires, faça-me o favor
de não avisar
gosto da tua moça, de cabelinho loiro nos pêlos do
hum, peito



"Não dormi hoje. Aconteceu ontem
e de noitinha pensei de novo
ai, paizinho
depois da cadeia
para donde ele vai uai?
Vai pra lá, menina"

Talvez descreva o que provavelmente acontecerá
08:14 a.m. Acordei às 5:30 a.m
Do nada, abre os zói, pá.
Aí cobre a cabeça, medo de E.T
espera amanhecer direito, aí tudo fica mais claro
e pense direito, e tira o cobertor, 'discobri', como diz a vó
e consegue dar uma respirada, parece que o ar de fora vira ar condicionado
Não dormi, não dormi.
Bocejei e quero muito comer batatinha frita com ketchup



Clic


Cidadão se descuidou e roubaram seu celular. Como era um executivo e não sabia mais viver sem celular, ficou furioso. Deu parte do roubo, depois teve uma idéia. Ligou para o número do telefone. Atendeu uma mulher.

— Aloa.

— Quem fala?

— Com quem quer falar?

— O dono desse telefone.

— Ele não pode atender.

— Quer chamá-lo, por favor?

— Ele esta no banheiro. Eu posso anotar o recado?

— Bate na porta e chama esse vagabundo agora.

Clic. A mulher desligou. O cidadão controlou-se. Ligou de novo.

— Aloa.

— Escute. Desculpe o jeito que eu falei antes. Eu preciso falar com ele, viu? É urgente.

— Ele já vai sair do banheiro.

— Você é a...

— Uma amiga.

— Como é seu nome?

— Quem quer saber?

O cidadão inventou um nome.

— Taborda. (Por que Taborda, meu Deus?) Sou primo dele.

— Primo do Amleto?

Amleto. O safado já tinha um nome.

— É. De Quaraí.

— Eu não sabia que o Amleto tinha um primo de Quaraí.

— Pois é.

— Carol.

— Hein?

— Meu nome. É Carol.

— Ah. Vocês são...

— Não, não. Nos conhecemos há pouco.

— Escute Carol. Eu trouxe uma encomenda para o Amleto. De Quaraí. Uma pessegada, mas não me lembro do endereço.

— Eu também não sei o endereço dele.

— Mas vocês...

— Nós estamos num motel. Este telefone é celular.

— Ah.

— Vem cá. Como você sabia o número do telefone dele? Ele recém-comprou.

— Ele disse que comprou?

— Por que?

O cidadão não se conteve.

— Porque ele não comprou, não. Ele roubou. Está entendendo? Roubou. De mim!

— Não acredito.

— Ah, não acredita? Então pergunta pra ele. Bate na porta do banheiro e pergunta.

— O Amleto não roubaria um telefone do próprio primo.

E Carol desligou de novo.

O cidadão deixou passar um tempo, enquanto se recuperava. Depois ligou.

— Aloa.

— Carol, é o Tobias.

— Quem?

— O Taborda. Por favor, chame o Amleto.

— Ele continua no banheiro.

— Em que motel vocês estão?

— Por que?

— Carol, você parece ser uma boa moça. Eu sei que você gosta do Amleto...

— Recém nos conhecemos.

— Mas você simpatizou. Estou certo? Você não quer acreditar que ele seja um ladrão. Mas ele é, Carol. Enfrente a realidade. O Amleto pode Ter muitas qualidades, sei lá. Há quanto tempo vocês saem juntos?

— Esta é a primeira vez.

— Vocês nunca tinham se visto antes?

— Já, já. Mas, assim, só conversa.

— E você nem sabe o endereço dele, Carol. Na verdade você não sabe nada sobre ele. Não sabia que ele é de Quaraí.

— Pensei que fosse goiano.

— Ai esta, Carol. Isso diz tudo. Um cara que se faz passar por goiano...

— Não, não. Eu é que pensei.

— Carol, ele ainda está no banheiro?

— Está.

— Então sai daí, Carol. Pegue as suas coisas e saia. Esse negocio pode acabar mal. Você pode ser envolvida. — Saia daí enquanto é tempo, Carol!

— Mas...

— Eu sei. Você não precisa dizer. Eu sei. Você não quer acabar a amizade. Vocês se dão bem, ele é muito legal. Mas ele é um ladrão, Carol. Um bandido. Quem rouba celular é capaz de tudo. Sua vida corre perigo.

— Ele esta saindo do banheiro.

— Corra, Carol! Leve o telefone e corra! Daqui a pouco eu ligo para saber onde você está.

Clic.

Dez minutos depois, o cidadão liga de novo.

— Aloa.

— Carol, onde você está?

— O Amleto está aqui do meu lado e pediu para lhe dizer uma coisa.

— Carol, eu...

— Nós conversamos e ele quer pedir desculpas a você. Diz que vai devolver o telefone, que foi só brincadeira. Jurou que não vai fazer mais isso.

O cidadão engoliu a raiva. Depois de alguns segundos falou:

— Como ele vai devolver o telefone?

— Domingo, no almoço da tia Eloá. Diz que encontra você lá.

— Carol, não...

Mas Carol já tinha desligado.

O cidadão precisou de mais cinco minutos para se recompor. Depois ligou outra vez.

—Aloa.

Pelo ruído o cidadão deduziu que ela estava dentro de um carro em movimento.

— Carol, é o Torquatro.

— Quem?

— Não interessa! Escute aqui. Você está sendo cúmplice de um crime. Esse telefone que você tem na mão, esta me entendendo? Esse telefone que agora tem suas impressões digitais. É meu! Esse salafrário roubou meu celular!

— Mas ele disse que vai devolver na...

— Não existe Tia Eloá nenhuma! Eu não sou primo dele. Nem conheço esse cafajeste. Ele esta mentindo para você, Carol.

— Então você também mentiu!

— Carol...

Clic.

Cinco minutos depois, quando o cidadão se ergueu do chão, onde estivera mordendo o carpete, e ligou de novo, ouviu um "Alô" de homem.

— Amleto?

— Primo! Muito bem. Você conseguiu, viu? A Carol acaba de descer do carro.

— Olha aqui, seu...

— Você já tinha liquidado com o nosso programa no motel, o maior clima e você estragou, e agora acabou com tudo. Ela está desiludida com todos os homens, para sempre. Mandou parar o carro e desceu. Em plena Cavalhada. Parabéns primo. Você venceu. Quer saber como ela era?

— Só quero meu telefone.

— Morena clara. Olhos verdes. Não resistiu ao meu celular. Se não fosse o celular, ela não teria topado o programa. E se não fosse o celular, nós ainda estaríamos no motel. Como é que chama isso mesmo? Ironia do destino?

— Quero meu celular de volta!

— Certo, certo. Seu celular. Você tem que fechar negócios, impressionar clientes, enganar trouxas. Só o que eu queria era a Carol...

— Ladrão

— Executivo

— Devolve meu...

Clic.

Cinco minutos mais tarde. Cidadão liga de novo. Telefone toca várias vezes. Atende uma voz diferente.

— Ahn?

— Quem fala?

— É o Trola.

— Como você conseguiu esse telefone?

— Sei lá. Alguém jogou pela janela de um carro. Quase me acertou.

— Onde você está?

— Como eu estou? Bem, bem. Catando meus papéis, sabe como é. Mas eu já fui de circo. É. Capitão Trovar. Andei até pelo Paraguai.

— Não quero saber de sua vida. Estou pagando uma recompensa por este telefone. Me diga onde você está que eu vou buscar.

— Bem. Fora a Dalvinha, tudo bem. Sabe como é mulher. Quando nos vê por baixo, aproveita. Ontem mesmo...

— Onde você está? Eu quero saber onde!

— Aqui mesmo, embaixo do viaduto. De noitinha. Ela chegou com o índio e o Marvão, os três com a cara cheia, e...

Luis Fernando Veríssimo

Fotos










Não são para chocar nem para comover. São para fazer refletir, caso você faça uso do seu cérebro.

parte 1 - Porcos

Como o ser humano, tendo essa tal de consciência, consegue manter um vício tão primitivo e nojento?

quarta-feira, maio 23

Eu fico puta


Eu fico puta pra caralho
porque escrevi um texto
e essa bosta apagou
eu tô na casa da Dé
e faço parte da primeira fase do modernismo
porque tô livre e escrevo tô
débora, se coma-se se
.


Foto: quarto da dé

Depois de escrever sobre a Yvone, vou falar um pouco de mim:

Pronto.
É. Hoje o dia tá assim, como uma fotografia, parado.

E os babacas vermelho-azuis


Todo o mundo concorda que falar mal de americano é clichê. E eu digo que falar mal não deveria ser o único clichê. Odiar e ter repulsa por esses seres imbecilizados por eles mesmos também deveria caber na categoria dos clichês. Ok. Muita gente tem ódio e repulsa. Mas isso não basta. Não é suficiente. O que seria satisfatório, então? Resposta: que os americanos soubessem disso.
Uma amiga minha, a Yvone, está nos Estados Unidos fazendo uma espécie de intercâmbio, não sei ao certo. Ela entra no msn e desabafa comigo quando as coisas não estão indo bem por lá. E claro, nunca estão. Sair da 'brasilidade' para entrar num reduto de idiotas é complicado. A terra do tio Sam é complexa. Mas não é uma complexidade inteligente. É uma complexidade que que não tem lógica. Traduzindo: os americanos pegam um círculo, fazem vários caminhos anexos ao círculo, rodam por lá, e voltam ao círculo. Ou seja, em vez de dar uma volta e chegar ao mesmo lugar, eles caminham num círculo meio zig - zag. Mas você deve estar pensando que esse é um exemplo meio burro da minha parte. Não é. O que eu quero dizer é que eles complicam o que não é complicado e complicam mais ainda o que já complicado. Claro que, não estou falando de tecnologia, política americana e organização militar. Estou falando de relações, meio social; conversas cotidianas, vizinhos, adolescentes em escolas. Eu digo para você, dona Yvone, que se acostume com todos estes estereótipos daí, porque é assim que funciona aí. Não consigo recordar a expressão que eu usei para descreve-los, mas foi muito precisa. E claro, a expressão era uma mistura de coisas contraditórias. O chato deles é que, um dia estão bem, falam oi, no outro viram a cara e fazem coisas idiotas. E uma coisa é certa; você sempre se sentirá meio idiota falando com norte americanos. Não porque você é idiota, mas sim porque eles são tão idiotas que você se sente idiota por estar falando com um bando de idiotas. Ufa! Outra, eles acham que são os donos da razão. Discuta com um americano e se prepare para ouvir coisas imbecis o tempo todo. A cada dez palavras proferidas pela boca de um indivíduo ianque, onze são gírias e três mil e quatrocentos serão palavras que nem tem a ver com o assunto. Eu, escrevendo aqui, estou me sentindo meio prolixa. É porque é dificil explicar coisas que não são explicáveis [...].
Ano de 2001, eu estava lá. É como se eu fosse a bola de cristal da Yvone. Eu digo "vai ser assim" e no dia seguinte ela confirma. Eu digo "foi assim comigo" e ela diz "nossa, é exatamente assim que acontece por aqui". Yvone, você deveria ter escolhido um outro local para estudar. O Estados Unidos deveria ter entrado no final da lista. Finalizando - esse texto é tão complexo e prolixo quanto uma conversa com um cidadão norte americano. E é também meio imbecil, porque perdi tempo escrevendo sobre essa escória da raça humana (Ok, eu sei que nem todos são assim, mas é para fazer um drama. Ah, claro. Também típico deles). Mas claro, fiz isso pensando na minha amiga Yvone, que sofre com a quantidade de situações em que eles a colocam. Yvi, aguenta aí, em dezembro você estará de volta. E vai poder comer feijão com arroz, goiabada e queijo minas. Ah, sim. E vai poder conversar normalmente sem achar que todos estão fazendo isso por mera obrigação. Aí é um cu, mesmo. Ah, e mais um "Ah": se um dia você conhecer o Nicholas, um colega meu (daí), vai ver que nem todos os americanos são burros. Ainda existem os semi inteligentes. * Nicholas, você é legal, é só para enfatizar minha crítica. Quem mandou nascer nos "state"? Virou cobaia.

Foto: Três americanazinhas branquelas: futuras obesas e cada uma mãe de pelo menos três filhos.

Flog da Yvi - http://www.fotolog.com/yvi__



Day

terça-feira, maio 22


Este blog terá a finalidade de exibir as minhas idéias, meu cotidiano e sentimentos. Se vai haver visitas?
Irrelevante














* Pra eu não esquecer
fonte Verdanasmall